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Transtornos alimentares: como a atividade física pode ajudar

A capacidade de comer o nosso corpo já conhece naturalmente. Mas as vezes as coisas não estão legais com nossa mente e ai não ingerimos alimentos como devemos. Surgem então os transtornos alimentares, que precisam ser tratados com seriedade e combatidos. O que algumas pessoas não sabem é que a atividade física pode ajudar com eles. Saiba mais a seguir.

O que são transtornos alimentares?

Um transtorno alimentar é uma doença que afeta a saúde mental responsável por hábitos alimentares negativos ao corpo humano. 

Estima-se que mais de 30% da população sofra com algum transtorno mental segundo dados da OMS (Organização Mundial de Saúde). Neste grupo estão jovens e adultos de todas as idades, mas são os adolescentes que mais sofrem. Em fase de transição corporal e aceitação do próprio corpo, os jovens sofrem mais com o reflexo no espelho. Um prato farto para os transtornos alimentares.

Os tipos de transtornos alimentares

A mídia costuma focar em dois, mas na verdade temos 12 tipos de transtornos alimentares. Os populares, contudo, são a anorexia e a bulimia.

Na anorexia temos uma dificuldade da pessoa de se enxergar magra ou com um corpo perfeito para a sua altura e peso. Por sempre se ver no espelho com excesso de peso quem está com esta condição clínica acaba por não comer com medo de engordar. Em alguns casos a subnutrição é tão grave que se faz necessário um acesso venoso para nutrição por soro ou sonda nasal.

Na bulimia o doente possui uma compulsão alimentar grave e se sente culpado por isso. Costuma então forçar a saída do alimento antes de ser digerida, o que pode ser por laxantes ou através do vômito. No geral os pacientes com esta condição são acima do peso.

A boa ajuda da atividade física

A atividade física é indicada para diferentes enfermidades por um bom motivo: ela ajuda mesmo! Tanto na saúde física como mental, podemos obter vários benefícios, não sendo diferente com os transtornos alimentares. São benefícios a serem colhidos:

Liberação do hormônio do prazer

A cada atividade física moderada ou intensa temos a liberação de endorfina, o conhecido hormônio da felicidade. Ele faz o corpo relaxar e deixa uma sensação gostosa de bem estar, o que um portador de uma condição clínica pode precisar para se sentir melhor consigo mesmo. Pode ajudar na aceitação do próprio corpo.

Estimula a socialização

As atividades físicas praticadas em grupo ou ambiente com mais pessoas estimulam o convívio social e isso faz bem para quem sofre de transtornos alimentares de qualquer tipo. Algumas serão mais gordas e outras magrinhas, mas o importante mesmo é a troca de experiencia.

Conhecer pessoas com corpos e mentes diferentes pode abrir uma perspectiva mental de que é preciso se aceitar do jeito que é. O alimento, portanto, não é um inimigo e sim um amigo para conseguir o corpo almejado.

Além de trabalhar a mente a atividade física ajuda na saúde do corpo como um todo. Evita o sedentarismo, melhora o sistema cardio pulmonar e é um aliado maravilhoso dos transtornos alimentares.

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